Jesus: herói, mártir ou mestre

Jesus 2Transformar Jesus em um simples mártir ou herói, que morreu por um ideal, é diminuir a sua ação missionária. Nesse sentido, algumas religiões glorificam a crucificação do Cristo, entendendo que, "morrendo pelos pecados de todos nós", o Mestre demonstrou que era um ser divino, o Messias; e quando da "ressurreição", se comprova, segundo essas mesmas religiões, a vitória de Jesus sobre a morte e seus perseguidores.
O Jesus que a Doutrina Espírita propaga é o Jesus vivo, terapeuta das dores da alma humana, Mestre, que não veio para nos salvar, mas educar-nos para que encontremos o nosso próprio caminho da salvação / evolução. E a caminhada é independente, mas não isolada, pois o crescimento só acontece quando compartilhamos as dores, as dificuldades, as alegrias, os conhecimentos, as virtudes...
Ao demonstrar o poder da caridade (mãe de todas as virtudes), da importância de perdoar (para sermos perdoados), do amor ao próximo (até para com os inimigos), Jesus não instalou uma nova religião, mas sim uma nova maneira de viver em paz e harmonia.
"Toda a vida de Jesus é um processo que facilita o crescimento e dignifica o ser humano" (Joanna de Ângelis). É uma doutrina libertadora, e não castradora ou impositiva. A alegria é uma constante em toda a sua mensagem, apesar de falar do sofrimento humano e bem-aventurar os que choram. Sabedor que era da fragilidade e da rebeldia dos espíritos em evolução, mostrou que o destino de cada criatura é a perfeição relativa. Esclareceu que esse trabalho é árduo, requer paciência, amor e tempo, pois somente através das diversas existências corpóreas, teremos condições de cumprir a profecia de que nenhuma ovelha será perdida no rebanho do Pai.
O seu aparecimento a alguns apóstolos após a crucificação comprova a vida depois da morte do corpo físico e os benefícios de agirmos voltados para o bem.
Com uma vida irretocavelmente límpida, cheia de amor e exemplos, esqueçamos um pouco o Jesus crucificado, as imagens dolorosas de sua última semana encarnado neste planeta. Reflitamos na lição viva que ele representa, entendendo a sua doutrina de otimismo e alegria, a fim de sermos vencedores à medida que vamos, a passos firmes e seguros, combatendo as imperfeições que perduram em nós.
Fonte:  Jornal Seara Espírita.

“O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que as pessoas escalassem o Everest ou fizessem grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos amássemos uns aos outros.” Chico Xavier

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense – em 20 de Abril de 2014 – JORNAL DIÁRIO DA MANHÃ.

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