Mediunidade

Allan Kardec, publica “O Livro dos Médiuns em 1861”. Lê-se no frontispício da obra que ela contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações e os meios de comunicação com o Mundo Invisível. É roteiro seguro, nele encontramos abundantes ensinamentos, preciosos e seguros, que a todos habilitam, à nobre tarefa, sem os perigos da crendice e da improvisação.

A mediunidade é o nome atribuído a uma capacidade humana que permite uma comunicação entre homens e espíritos. Ela se manifestaria independente de religiões, de forma mais ou menos intensa em todos os indivíduos. Porém, usualmente apenas aqueles que apresentam num grau mais perceptível são chamados ‘médiuns’.
Todas as leis e forças da natureza devem ser conhecidas, estudadas e, não, negadas. (Ou então, cuidemos para não retroceder ao período pré-cartesiano!). A grande contribuição da ciência espírita para o conjunto do conhecimento humano é justamente o domínio do fenômeno mediúnico em todas as suas formas de manifestação. E a grande contribuição da filosofia espírita é a abordagem e utilização ética desse grande canal de comunicação entre diferentes dimensões da realidade, de maneira que ele cumpra sua função natural de impulsionar a evolução do indivíduo e da civilização. 
Nos últimos anos temos visto um crescente, avassalador mesmo, interesse pelos fatos mediúnicos, parapsicológicos ou psicobiofísicos, abordados, geralmente, sob um enfoque místico e supersticioso. Ora, a obra iniciada por Kardec e corajosamente continuada por inúmeros pesquisadores e divulgadores é uma pedra de toque, um porto seguro, um farol iluminando uma prática tão difícil e ardilosa. Daí a responsabilidade dos espíritas em contribuir para o momento histórico com a abordagem e prática racional e lúcida da mediunidade.
Na segunda metade do século XIX diversos médiuns foram levados a realizar testes que tornaram supostamente plausíveis a existência de espíritos, por exemplo as médiuns Leonora Piper e Gladys Osborne Leonard. Os resultados obtidos na época, com cada uma dessas médiuns, foram bastante convincentes. Piper foi tão famosa que chegou a ser citada na Enciclopédia Britânica de 1911 em dois verbetes, e ainda admitida no discurso de William James publicado pela revista Science como possuidora de poderes paranormais.
Estudemo-la, pois sob as diretrizes superiores, a fim de que, mediunidade e médiuns se coloquem, realmente, a serviço da sublimação espiritual.

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